O mercado do boi gordo começou a semana sem alterações nas cotações em São Paulo, conforme análise divulgada nesta segunda-feira (13) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. Segundo a consultoria, parte da indústria frigorífica permaneceu fora das compras e as empresas que atuaram no mercado mantiveram as mesmas referências de preços registradas no encerramento da semana passada.
A movimentação comercial foi limitada ao longo da manhã, com poucos negócios fechados. As escalas de abate atendiam, em média, sete dias, indicando continuidade do ritmo observado nos últimos dias.
Em Alagoas, a Scot Consultoria informou estabilidade nas cotações de todas as categorias em relação ao fechamento da semana anterior. A avaliação é de que o mercado permaneceu equilibrado, sem mudanças nas referências de preços.
No mercado atacadista de carne com osso, as cotações das carcaças recuaram na comparação semanal. Apesar do reabastecimento dos estoques para a segunda quinzena do mês, o ritmo das negociações permaneceu lento e as compras foram feitas de forma moderada para evitar estoques elevados, cenário que manteve pressão sobre os preços.
A consultoria também observou lentidão no varejo, com baixo escoamento da carne bovina. A expectativa era de estabilidade ou queda das cotações com a passagem da primeira para a segunda quinzena do mês, tanto no atacado quanto no varejo.
Entre os cortes, a carcaça casada do boi capão registrou queda de 3,5%, equivalente a R$ 0,80 por quilo, enquanto a do boi inteiro recuou 4,3%, ou R$ 0,95 por quilo.
No caso das fêmeas, a carcaça casada da vaca apresentou desvalorização de 5,1%, ou R$ 1,10 por quilo, e a da novilha caiu 5,2%, o equivalente a R$ 1,15 por quilo.
Entre as proteínas alternativas, a cotação do frango médio avançou 3,7%, com alta de R$ 0,23 por quilo. Já o preço do suíno especial permaneceu estável, segundo o levantamento da Scot Consultoria.
