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Produção goiana de algodão deve aumentar 4,7% no ciclo 2023/2024

Levantamento também indica perspectivas positivas para arroz e trigo em Goiás. Produção total de grãos deve alcançar o segundo melhor resultado da série histórica.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 14/11/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

As lavouras goianas devem entregar 136,0 mil toneladas de algodão na Safra 2023/2024. O volume representa um crescimento de 4,7% em relação à Safra 2022/2023 e coloca Goiás na quinta posição do ranking nacional de maiores cotonicultores. De acordo com o 2º Levantamento da Safra de Grãos 2023/2024, divulgado na quinta-feira (9/11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Estado deve registrar aumento da área plantada com algodão no atual ciclo, motivado pela estabilidade do mercado. O avanço estimado é de 7,3% frente ao resultado do ciclo anterior.

O desempenho goiano contraria a tendência nacional, que é de recuo na produção de algodão na temporada 23/24. A queda de volume projetada pela Conab é de 4,1% em comparação com o total produzido na temporada anterior, mesmo com avanço na área plantada (+4,2%). Segundo o órgão, o país deve produzir 7,4 milhões de toneladas de algodão no atual ciclo.

O 2º Levantamento da Safra de Grãos 2023/2024 também aponta para expansão das produções de arroz e trigo em Goiás. No caso do arroz, o crescimento estimado é de 8,1% em relação à última safra, atingindo 88,2 mil toneladas. A produção de trigo deve alcançar 267,0 mil toneladas, o que representa quase o dobro (+97,8%) do volume produzido na temporada 22/23. Já a produção total de grãos deve ficar em 30,3 milhões de toneladas (-7,1% frente ao resultado do ciclo passado).

“Apesar do recuo em relação à última safra, este é o segundo melhor resultado do agronegócio goiano na série histórica deste levantamento da Conab. Estamos sofrendo o efeito do El Niño, que tem impacto importante sobre a produtividade das culturas, e há também desafios de mercado relevantes. Mesmo assim, temos boas notícias, e seguimos trabalhando, ao lado do produtor, para abrir novos mercados e avançar cada vez mais”, afirma o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende.

Notícias Agrícolas

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