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Carne suína: embarques avançam quase 16% de janeiro a junho, aponta ABPA

Exportações em junho registram o melhor resultado mensal em 2023; Santa Catarina segue como o principal estado exportador

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 11/07/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de Mercado

As exportações brasileiras de carne suína alcançaram 589,8 mil toneladas entre janeiro e junho deste ano, volume que supera em 15,6% os embarques realizados no mesmo período de 2022, com 510,2 mil toneladas.

Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ainda no primeiro semestre, a receita das exportações chegou a US$ 1,413 bilhão, saldo 26,7% superior ao resultado registrado entre janeiro e junho de 2022, com US$ 1,115 bilhão.

Dessa forma, apenas em junho, as vendas de carne suína alcançaram 108,6 mil toneladas, sendo esse o melhor resultado mensal registrado em 2023 e 16,1% acima do registrado em 2022, com 93,5 mil toneladas.

Assim, a receita das vendas internacionais do mês chegou a US$ 264,3 milhões, saldo 20,7% maior que o total registrado em 2022, com US$ 219,1 milhões.

Principais destinos da carne suína

No levantamento por países, considerando os seis primeiros meses de 2023, destacam-se:

  • China: 214,4 mil toneladas importadas no primeiro semestre, 17,1% acima do registrado no ano passado
  • Hong Kong: 61,1 mil toneladas, alta de 21,6% na comparação com o mesmo período de 2022
  • Filipinas: 50,9 mil toneladas, avanço de 21,8% ante os 6 primeiros meses do ano passado
  • Chile: 41,3 mil toneladas, forte alta de 78% ante janeiro e junho de 2022.

Por outro lado, entre os principais estados exportadores, estão:

  • Santa Catarina: 321,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e junho, maior estado exportador de carne suína, com alta de 14,9% na comparação com o mesmo período de 2022
  • Rio Grande do Sul: 34,4 mil toneladas, avanço de 17,35%
  • Paraná: 81,5 mil toneladas, alta de 6,28%
  • Mato Grosso do Sul: 13 mil toneladas, aumento de 56,44%
  • Mato Grosso: 12,5 mil toneladas, acréscimo de 69,8%.

“Em um cenário ainda desafiador para a suinocultura, as exportações de carne suína têm aumentado de maneira significativa no acumulado do ano, funcionando como uma alternativa. O Brasil tem crescido a sua participação em mercados relevantes, na esteira da diminuição dos volumes exportados, por exemplo, pela União Europeia, maior exportador mundial, e o Canadá, terceiro maior exportador. Para além do aumento expressivo de volume na China, Chile e Japão são os destaques positivos no primeiro semestre” disse o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Money Times

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