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Brasil registra 2º caso de gripe aviária em animal de criação

Atualmente, o país registra 64 focos de Influenza Aviária H5N1 de Alta Patogenicidade (IAAP) em diferentes estados

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 18/07/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de Mercado

Neste sábado (15), em comunicado oficial, a Secretaria de Estado da Agricultura e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) confirmaram um episódio de gripe aviária em uma criação doméstica no estado.

Esse é o segundo caso do Brasil. O primeiro foi identificado em uma propriedade no município da Serra, no Espírito Santo.

De acordo com informações do governo catarinense, o caso aconteceu em Maracajá, no litoral sul do estado.

De acordo com a Cidasc, o vírus foi identificado em quatro aves de espécies diferentes na cidade de maracajá, litoral sul do estado. A propriedade abrigava aves como galinhas-d’angola, patos, marrecos e codornas. No total, 177 exemplares foram sacrificados, conforme prevê a legislação. Agentes sanitários seguem na região intensificando ações de controle e visitando propriedades.

O diagnóstico foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo, referência internacional reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) no diagnóstico dessa doença em aves.

Gripe aviária em Santa Catarina

No dia 27 de junho, Santa Catarina havia registrado o primeiro caso de gripe aviária em ave silvestre, em São Francisco do Sul.

O estado conta com 58 barreiras sanitárias para o trânsito de aves. O Japão é o principal destino do frango catarinense. Em 2022, Santa Catarina exportou 138,9 mil toneladas para aquele país, com receitas de US$ 314,4 milhões, o que representa 13,7% e 14,3% do volume e do valor exportado, respectivamente, pelo estado no ano passado.

Atualmente, o país registra 64 focos de influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) em diferentes estados, incluindo o Espírito Santo, Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

É importante ressaltar que não há registro da doença na produção comercial.

De acordo com o governo de Santa Catarina, a ocorrência da IAAP em aves de subsistência não compromete a condição sanitária do estado de Santa Catarina, que mantém sua classificação de livre de IAAP na produção comercial.

Portanto, as exportações de produtos avícolas não devem ser afetadas por essa notificação.

O governo ressalta que medidas sanitárias rigorosas estão sendo aplicadas para conter e erradicar o foco da doença, e também está havendo uma intensificação nas ações de vigilância em populações de aves domésticas na região.

Canal Rural

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