Café fecha em forte queda nesta 5ª feira com pressão de safra maior no Brasil

Arábica recua mais de 700 pontos e robusta acompanha movimento com expectativa de oferta elevada

Importação de fertilizantes ultrapassa 5,6 milhões de toneladas em março e reforça ritmo do agro brasileiro

Line-up da Williams Brasil aponta forte movimentação nos portos de Santos e Paranaguá, com entregas previstas até maio de 2026

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Mercado físico voltou a apresentar firmeza após uma primeira quinzena marcada por incertezas

Onda de calor pode durar semanas no Brasil

Bolha de calor persistente eleva temperaturas no centro-sul

ALGODÃO/CEPEA: Alta na paridade de exportação sustenta preços internos

O aumento da paridade de exportação e a valorização do Índice Cotlook A, que referencia a pluma posta no Extremo Oriente, seguem dando suporte aos preços do algodão no Brasil, conforme indicam pesquisadores do Cepea. Com a demanda internacional aquecida, vendedores seguem firmes nos valores pedidos, enquanto a maior atratividade do mercado externo tem levado tradings a pagar preços mais altos pela pluma.  De acordo com o Cepea, parte das indústrias também atua no mercado spot, mas enfrenta dificuldades na aprovação de lotes e na conciliação de preços com os vendedores. Outras ainda trabalham com matéria-prima já contratada ou em estoque, focando na venda de produtos manufaturados. Além disso, agentes consultados pelo Cepea acompanham o comportamento dos fretes, que influenciam a viabilidade de novos negócios e a logística de cumprimento dos contratos a termo. 

CAFÉ/CEPEA: Alta do diesel preocupa cafeicultor com proximidade da colheita

O atual conflito no Oriente Médio tem impactado diretamente os mercados interno e externo de derivados de petróleo, o que, segundo pesquisadores do Cepea, pode elevar os custos de produção da cafeicultura brasileira nos próximos meses. Embora os fertilizantes liderem os aumentos de custo nos tratos culturais, a maior preocupação do setor hoje é a valorização do diesel, sobretudo com a proximidade da colheita da safra 2026/27.  De acordo com pesquisadores do Cepea, como atualmente tem aumentado o percentual de lavouras colhidas com máquinas no Brasil, e toda a operação envolve diversas atividades com tratores, a alta no combustível tende a ser sentida mais rapidamente no campo. Apenas em março, o preço do óleo diesel, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis), subiu 23% em Minas Gerais, 20% em São Paulo e 12% no Espírito Santo.  Nesse contexto, conforme avaliam pesquisadores do Cepea, caso o movimento de alta dos combustíveis se mantenha, o desembolso com a atividade total de colheita na atual temporada pode aumentar aproximadamente 15%, apenas em função do avanço no preço do diesel nas operações mecânicas. Vale destacar que essa alta se refere ao custo da colheita, não representando necessariamente essa magnitude no valor final da saca produzida, mas especificamente no custo dessa etapa.

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Entre os setores do agronegócio mais beneficiados estão a carne, o açúcar e o etanol, frutas, pescados e suco de laranja

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Combustível segue pressionado por cenário internacional e repasses ao consumidor; gasolina e etanol também registram alta

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