Indústria reduz ritmo de processamento diante da demanda limitada, enquanto uma maior competitividade da matéria-prima argentina e o câmbio favorável reforçam a pressão baixista
Realização de lucros, clima favorável e dólar desvalorizado pressionam preços exteriores. No Brasil, concorrência com trigo Argentino pesa nas cotações.
Safra recorde nos EUA pressiona cotações internacionais, enquanto no Brasil consumo interno pelas usinas e fábricas de ração limita quedas mais acentuadas no mercado
Cotações internacionais encerram a semana em queda, mas no mercado doméstico o óleo assume participação recorde na margem de esmagamento, impulsionado pela demanda de
Relatório do USDA reduz estoques globais e sustenta preços no mercado internacional, enquanto a Conab projeta colheita histórica no Brasil, reforçando a ampla oferta
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