Retração vendedora, preferência pelo cereal nacional e problemas de qualidade no trigo argentino mantêm os preços firmes no Brasil, embora a baixa liquidez e o consumo moderado de derivados continuem restringindo o ritmo das comercializações do cereal e reduzindo o apetite por novas aquisições no mercado físico. O avanço do plantio da safra 2026 continua abaixo da média histórica, refletindo o receio dos produtores diante da baixa rentabilidade das últimas safras, dos custos elevados de produção e da incerteza sobre as margens futuras da cultura.
