Apesar de o USDA indicar ampliação da oferta global, o mercado mantém o foco nas especulações de que a China possa adquirir 8 milhões de toneladas adicionais de soja dos Estados Unidos até o fim da temporada. No Brasil, as cotações avançaram, mas a comercialização segue pouco estimulante ao produtor, diante de prêmios enfraquecidos, valorização do real frente ao dólar e paridade de exportação menos atrativa. A Conab revisou para cima a projeção da safra 2025/26, estimando a produção em 177,9 milhões de toneladas.
