No mercado interno, as negociações seguem travadas, com expectativas de que volte a ganhar tração somente após o encerramento das festividades de fim de
Recuo na sexta-feira em Chicago não foi suficiente para devolver totalmente os ganhos semanais do cereal. Demanda pelo milho estadunidense permanece robusta, fator adicional
Após um período de maior aquecimento e volume expressivo de negócios, o ritmo de comercialização arrefeceu na semana marcada pelas festividades de Natal. A
As interrupções na produção decorrem, sobretudo, do recesso de fim de ano e dos períodos programados de manutenção nas plantas industriais. Já os compradores
As tensões geopolíticas no Mar Negro, embora continuem afetando a logística e a infraestrutura regional, assumem papel secundário na formação de preços em Chicago,
No Brasil, mercado segue com menor liquidez e ritmo lento de comercialização. Compradores sinalizam retorno às negociações apenas a partir de janeiro, enquanto produtores
No Brasil, a cadeia da oleaginosa deverá responder por aproximadamente 23% do PIB nacional, com crescimento de 11,66% no ano. O crescimento reflete não
No mercado interno, as negociações seguem travadas, com expectativas de que volte a ganhar tração somente após o encerramento das festividades de fim de
Recuo na sexta-feira em Chicago não foi suficiente para devolver totalmente os ganhos semanais do cereal. Demanda pelo milho estadunidense permanece robusta, fator adicional
Após um período de maior aquecimento e volume expressivo de negócios, o ritmo de comercialização arrefeceu na semana marcada pelas festividades de Natal. A
As interrupções na produção decorrem, sobretudo, do recesso de fim de ano e dos períodos programados de manutenção nas plantas industriais. Já os compradores
As tensões geopolíticas no Mar Negro, embora continuem afetando a logística e a infraestrutura regional, assumem papel secundário na formação de preços em Chicago,
No Brasil, mercado segue com menor liquidez e ritmo lento de comercialização. Compradores sinalizam retorno às negociações apenas a partir de janeiro, enquanto produtores
No Brasil, a cadeia da oleaginosa deverá responder por aproximadamente 23% do PIB nacional, com crescimento de 11,66% no ano. O crescimento reflete não