O mês de agosto foi de intensa volatilidade nos preços do trigo no mercado externo, mas ainda assim as cotações fecharam com expressivos aumentos tanto nos EUA, como na Argentina, principal fornecedor de trigo ao Brasil. O clima quente e seco nas lavouras americanas afetou o potencial produtivo do trigo de primavera e outros países como Rússia, Canadá, além da União Europeia, também relataram queda na produção do cereal. Com isso, os preços tiveram suporte para se continuarem elevados. No Brasil, embora o dólar tenha recuado, as cotações conseguiram se manter positivas. Confira: