A queda abrupta dos contratos futuros em Chicago, provocada por ruídos diplomáticos entre EUA e China, foi parcialmente compensada no Brasil pelo avanço dos prêmios de exportação, permitindo reaproximação entre paridade e preços efetivamente praticados nos portos, em um ambiente ainda marcado por cautela compradora e pressões logísticas internas. Paralelamente, permanecem no radar as discussões sanitárias envolvendo embarques para China, tema que ainda gera atenção entre exportadores e reforça um ambiente doméstico de cuidado nas decisões comerciais.
