No mercado doméstico, o movimento foi oposto ao observado no cenário internacional, com forte recuo das cotações da soja ao longo de janeiro. A pressão decorre do avanço da colheita, em um contexto de expectativa de safra recorde em 2025/26, da demanda enfraquecida, da postura cautelosa dos produtores nas negociações e da valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade externa e pressiona a paridade de exportação do produto brasileiro.
