A estiagem nos Estados Unidos intensifica o prêmio de risco ao elevar a preocupação dos agentes quanto ao potencial produtivo do cereal, sustentando a valorização nas bolsas internacionais. O movimento ocorre em um contexto de deterioração das condições das lavouras, desempenho mais contido das inspeções para exportações norte-americanas e avanço da competitividade russa no mercado global, enquanto a França ajusta marginalmente sua área cultivada e mantém perspectivas firmes de embarques na temporada vigente.
