Em meio à entressafra, a escassez de produto, especialmente de maior qualidade, e a menor liquidez sustentam a alta gradual dos preços, mas a queda do dólar pressiona a paridade de importação e amplia a atratividade do cereal externo, moderando o movimento altista doméstico. A Conab revisou a produção nacional para 2026, que deve totalizar 6,61 milhões de toneladas, indicando retração de 15,97% frente à safra de 2025.
