A dinâmica de mercado segue caracterizada por negociações lentas e baixa liquidez, sem avanços relevantes na comercialização. Compradores permanecem bem abastecidos e tendem a postergar aquisições, aguardando maior pressão de caixa sobre os produtores, que seguem insatisfeitos com os níveis de preços, considerados insuficientes para cobrir os custos de produção. Paralelamente, o câmbio reforça a pressão sobre o mercado interno: com o dólar em torno de R$ 5,31 e queda semanal de 1%, o trigo importado torna-se mais competitivo, estimulando as compras externas.
