No Brasil, o mercado permanece caracterizado por baixa liquidez e postura defensiva dos agentes, com negócios pontuais e volumes limitados. Conforme a Conab, a produção está estimada em 138,44 milhões de toneladas, levemente inferior à da safra passada, reflexo da elevada de produtividade registrada no ciclo anterior, favorecido por condições climáticas mais benignas. Em contrapartida, o consumo interno deve alcançar 94,57 milhões de toneladas, avanço de 4,4% em relação ao ano anterior, sustentado pela expansão do processamento para biocombustíveis, como o etanol.
