No mercado interno, nos níveis atuais de preços, a maior parte dos produtores brasileiros enfrenta margens estreitas, o que mantém o ritmo de comercialização bastante contido. No front da demanda, a China deve sustentar as compras da expressiva produção brasileira que se aproxima da colheita, porém, com aquisições a preços mais baixos e elevado poder de barganha, tendendo a capturar ganhos via prêmios, além de ampliar a vantagem estratégica chinesa nas negociações futuras com os Estados Unidos. Segundo a Conab,11,4% da área nacional de soja havia sido colhida até 1 de fevereiro.
