O agravamento do conflito no Oriente Médio, com ofensivas do Irã contra estruturas energéticas em resposta ao ataque de Israel ao campo de gás South Pars, voltou a sustentar as cotações do petróleo e ampliou a volatilidade nos mercados globais, com reflexos sobre o complexo agrícola. No Brasil, o principal entrave permanece logístico, onde a elevação dos custos de frete, seguro marítimo e energia dificulta o planejamento dos compradores externos, enquanto prêmios enfraquecidos e despesas operacionais elevadas mantêm pressão negativa sobre os preços no interior. A possibilidade de paralisações no transporte rodoviário reforça o ambiente de cautela.
