A valorização das cotações internacionais e do câmbio conferiram suporte aos preços no Brasil, embora a pressão sazonal devido ao avanço da colheita da safrinha do cereal ainda faça com que as altas sejam limitadas. A comercialização do milho segue travada, com produtores reticentes na expectativa de cotações mais firmes nos próximos meses. No lado da demanda, compradores encontram resistência nos preços elevados pedidos pela ponta vendedora.
