No Brasil, os preços da oleaginosa permanecem sustentados principalmente pela combinação entre a valorização das cotações em Chicago e a alta do dólar. O ritmo de negociações no mercado disponível permaneceu aquecido ao longo da semana. Entretanto, parte dos produtores se retraiu da comercialização, preferindo postergar as vendas, principalmente quanto à antecipação da safra 2026/27, que segue incerta devido aos possíveis impactos do El Niño na produtividade.
