A semana foi marcada pela recuperação das cotações internacionais diante da deterioração das perspectivas produtivas na Europa, da redução dos estoques globais projetados pelo USDA e da continuidade do forte desempenho das exportações norte-americanas. No Brasil, apesar da sustentação proporcionada pelo cenário externo, o avanço da colheita da segunda safra, a baixa liquidez das negociações e a valorização do real frente ao dólar limitaram o repasse das altas internacionais aos preços domésticos.
