Avanço das cotações em Chicago reflete a combinação entre monitoramento climático das lavouras norte-americanas, atualização dos balanços globais de oferta e demanda e fatores geopolíticos, enquanto o mercado brasileiro permanece condicionado pela volatilidade cambial, pelos prêmios de exportação e pelo ritmo seletivo da comercialização da safra, em meio ao planejamento da temporada 2026/27.
