As oscilações provocadas pelas tensões geopolíticas e pelo mercado de energia deram lugar a fundamentos predominantemente baixistas em Chicago, com destaque para as boas perspectivas climáticas na safra norte-americana de 2026/27. No mercado interno, a disponibilidade elevada do cereal com os estoques remanescentes e o avanço da segunda safra mantiveram as cotações sob pressão.
