O aumento das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo, desencadeando em altas no complexo de grãos, ao passo que o avanço do déficit hídrico em importantes regiões produtoras do Brasil eleva as preocupações sobre a segunda safra, em um ambiente ainda marcado por preços considerados insuficientes para recompor a rentabilidade do produtor rural.
