A valorização mensal dos contratos internacionais refletiu a combinação entre forte desempenho exportador norte-americano, revisão de estoques globais e impacto indireto da volatilidade energética, enquanto no mercado doméstico o suporte veio da percepção de oferta futura mais restrita, do plantio tardio da segunda safra e da manutenção de uma demanda interna estruturalmente aquecida, especialmente pela indústria de ração e pelo etanol de milho.
