No Brasil, as cotações avançam sustentadas pela retração da oferta no mercado disponível, uma vez que produtores concentram esforços nos trabalhos de campo e reduzem o ritmo de comercialização. Do lado da demanda, compradores relatam maior dificuldade na concretização de negócios, diante da menor disponibilidade imediata e de pedidas mais firmes. No front externo, o milho norte-americano mantém vantagem competitiva frente ao produto brasileiro. A Conab revisou levemente a estimativa da produção nacional para 138,44 milhões de toneladas, retração de 1,92% ante 2024/25, refletindo sobretudo a produtividade elevada da safra anterior, favorecida por condições climáticas excepcionalmente positivas.
