O mercado respondeu ao acordo que prevê a compra, pela China, de até 20 milhões de toneladas de soja norte-americana até o fim da atual temporada, em 31 de agosto, o que acabou oferecendo suporte adicional às cotações do trigo. No Mar Negro, permanecem os entraves logísticos, com navios enfrentando atrasos de carregamento entre 7 e 15 dias, reflexo das condições climáticas adversas e da forte demanda de importação por grandes compradores, como Egito e Turquia. No Canadá, projeções apontam que ganhos de produtividade podem elevar a produção de trigo para um recorde de 39,96 milhões de toneladas na safra 2025/26, enquanto as exportações são estimadas em 29,5 milhões de toneladas, conforme o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS).
