Apesar da desvalorização do dólar e das incertezas climáticas na Argentina, as cotações do milho recuaram na Bolsa de Chicago, refletindo a percepção de ampla disponibilidade global do cereal. No mercado doméstico, os preços permaneceram pressionados pelos elevados estoques de passagem e pelo avanço da colheita da safra de verão. A liquidez seguiu restrita, enquanto a valorização do real reduziu a competitividade do milho brasileiro no mercado externo e estreitou a paridade de exportação.
