Ao longo de janeiro, o ambiente comercial permanece praticamente inalterado. A queda do dólar, negociado em torno de R$ 5,23, amplia a competitividade do trigo importado e reforça a pressão sobre os preços internos. Paralelamente, a menor qualidade do trigo argentino tem levado mercados importadores a buscar lotes de melhor padrão em origens como Rússia e Estados Unidos, movimento que pode sustentar viés altista para trigos de maior qualidade nos próximos meses e elevar os custos da indústria moageira. Dados da Secex indicam que o Brasil importou 419 mil toneladas até a quarta semana de janeiro, volume equivalente a 58,5% do registrado no mesmo período do ano anterior.
