A deterioração das lavouras norte-americanas impulsionou as cotações internacionais, enquanto as projeções para a safra 2026/27 apontam redução da produção entre importantes exportadores. No Brasil, a queda da área cultivada e a menor disponibilidade de trigo remanescente reforçam a preocupação com o abastecimento e ampliam a dependência das importações.
