No Brasil, o ambiente de comercialização segue com baixa dinâmica. Moinhos indicam conforto nas posições de curto prazo, após aquisições antecipadas que garantem abastecimento até meados de março. As transações ocorrem de forma pontual e oportunística, sobretudo quando produtores necessitam liberar capacidade de armazenagem para a entrada das safras de soja e milho. As cotações internas continuam ancoradas na paridade de importação. De acordo com a Conab, a produção brasileira em 2026 está estimada em 6,9 milhões de toneladas, retração de 12,3% frente a 2025, reflexo da redução de área e da expectativa de menor produtividade.
