A valorização da oleaginosa em Chicago foi rapidamente refletida no mercado brasileiro, impulsionando as cotações nas principais regiões produtoras e estimulando um avanço expressivo da comercialização. Houve maior fluidez nas negociações destinadas tanto ao abastecimento da indústria quanto à exportação, beneficiando produtores que ainda mantinham estoques remanescentes da safra.
