No Brasil, a desvalorização do dólar frente ao real segue atuando como vetor de pressão sobre as cotações internas. Diante do avanço da colheita e da perspectiva de safra recorde, os compradores mantêm postura cautelosa, postergando aquisições na expectativa de preços ainda mais baixos no curto prazo. Do lado da oferta, a comercialização da safra 2025/26 está em torno de 30%, patamar considerado baixo. Com a entrada do volume da nova safra, os custos de carregamento tendem a se intensificar, especialmente em função das restrições de armazenagem, trazendo impactos negativos sobre a rentabilidade dos produtores.
