As incertezas produtivas na Argentina e os sinais positivos do setor de etanol seguem oferecendo suporte às cotações internacionais. No mercado brasileiro, o ambiente permanece defensivo, com produtores concentrados na colheita e resistentes a vender a preços mais baixos, enquanto compradores aguardam o avanço da oferta para buscar aquisições em níveis mais competitivos. As exportações somaram 4,247 milhões de toneladas em janeiro, alta de 18,2% na comparação anual. No campo, a Conab aponta que 8,6% da safra de verão já foi colhida, enquanto a semeadura da segunda safra alcança 12% da área projetada.
