A combinação entre incertezas geopolíticas, oscilações do petróleo e expectativa em torno do relatório do USDA mantém elevada a sensibilidade das cotações internacionais. No Brasil, os preços estão mais lateralizados, refletindo a cautela dos agentes diante do atraso da segunda safra e do foco logístico ainda concentrado na soja. A necessidade de chuvas em abril mantém o mercado atento à consolidação da oferta do segundo semestre.
