O início do plantio norte-americano traz o clima de volta ao centro das atenções em Chicago, enquanto a valorização do petróleo, impulsionando o etanol, reforçam a sustentação das cotações. Produtores adotam postura defensiva diante do risco climático e de margens estreitas, priorizando a definição do potencial produtivo antes de avançar na comercialização, enquanto compradores aguardam maior visibilidade da safra, resultando em liquidez restrita e negociações pontuais.
