A ampliação da disponibilidade norte-americana intensificou a desvalorização dos futuros internacionais, apesar dos estoques globais ainda inferiores aos da temporada anterior e da maior necessidade de importações europeias. No Brasil, a valorização do dólar e a menor disposição dos vendedores em negociar limitaram o recuo das referências domésticas, em um ambiente de demanda cautelosa e comercialização pontual.
