A predominância de trigo dos tipos 2 e 3 no mercado interno e a escassez de lotes com especificações superiores dificultam a obtenção de farinhas adequadas às exigências industriais. A necessidade de recorrer a aditivos e trigos melhoradores aumenta a complexidade do processamento e reforça a pressão sobre os custos, em um mercado que ainda apresenta baixa intensidade comercial.
