Preços sobem no país, mas baixa liquidez, negociações pontuais, recuo cambial e consumo enfraquecido limitam o avanço das cotações no curto prazo, enquanto perspectiva
A retração das cotações internacionais, impulsionada pela desvalorização do petróleo, amplia a aversão ao risco entre os agentes, dada influência crescente do mercado energético
Prêmios de exportação continuam oferecendo sustentação parcial às indicações no mercado físico, mas a valorização do real frente ao dólar limita avanços nas cotações