Cotações seguem amparadas pelo avanço dos preços internacionais, pela valorização do dólar e pela menor disponibilidade interna do cereal, enquanto o ritmo lento das vendas de farinha reduz a necessidade de recomposição dos estoques pela indústria e mantém a liquidez doméstica contida. No campo, colheita avança abaixo do ritmo observado no mesmo período do ano passado e das médias históricas, com excesso de umidade e pressão de doenças exigindo atenção nas principais regiões produtoras do Sul.
