A possível redução da área de milho nos Estados Unidos, aliada ao fortalecimento da demanda por etanol e ao ritmo consistente das exportações, sustenta as cotações internacionais. No Brasil, o cenário é marcado por retração nos futuros, negociações travadas e elevada incerteza quanto à safrinha, pressionada por irregularidades climáticas e riscos relevantes ao potencial produtivo.
