O avanço dos trabalhos de campo nos EUA e a perspectiva de fortalecimento do dólar mantêm os preços internacionais sob pressão, apesar dos fundamentos globais favoráveis no médio e longo prazo. No Brasil, a valorização cambial e a recuperação das referências nos portos sustentam os futuros. A ausência de grandes compradores mantém a comercialização doméstica limitada, enquanto o desempenho das exportações e o ritmo de implantação da primeira safra permanecem no radar do setor.
