A procura pelo produto dos EUA segue aquecida no mercado interno e externo. A competitividade do milho no país segue elevada, , favorecida também pelo recente enfraquecimento do dólar. No Brasil, a restrição da oferta por parte dos produtores continua sendo vetor de sustentação dos preços. Sem o impulso tradicional das exportações, historicamente menos intensas entre fevereiro e junho, a formação de preços está ancorada, neste momento, na demanda doméstica e na reposição imediata de estoques. Segundo a Conab, 20,5% da área da safra de verão já foi colhida até 22 de dezembro, enquanto 46,7% da área projetada para a segunda safra já foi semeada.
