O avanço foi sustentado por declarações do presidente dos Estados Unidos indicando a intenção da China de ampliar de forma relevante as compras de soja norte-americana, com volumes estimados em até 20 milhões de toneladas na safra atual e cerca de 25 milhões de toneladas por temporada até 2028. No mercado brasileiro, apesar do avanço dos futuros, os preços no físico reagiram apenas de forma pontual, abrindo janelas limitadas de comercialização, posteriormente neutralizadas pela pressão dos prêmios nos portos. Adicionalmente, o excesso de chuvas no Mato Grosso, no auge da colheita, tem deteriorado a qualidade da soja, elevando índices de avarias e umidade acima do padrão comercial, o que adiciona risco e custos ao mercado doméstico.
