No Brasil, o ambiente segue marcado por baixa liquidez e elevada dificuldade de fechamento de negócios, com compradores e produtores atuando de forma cautelosa e spreads amplos entre as indicações de preços. A comercialização da safra permanece abaixo da média histórica, enquanto os custos logísticos seguem em trajetória ascendente. Dados da Secex indicam que, até a quarta semana de janeiro, o Brasil embarcou 1,52 milhão de toneladas de soja, volume 42,3% superior ao registrado em janeiro de 2025. Segundo a Conab, 6,6% da área nacional já havia sido colhida, indicando avanço gradual dos trabalhos de campo.
