Os agentes de mercado adotam postura mais cautelosa diante da possibilidade de novas tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos e do aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o avanço da safra no Brasil, com preços mais competitivos, reforça o ceticismo quanto à possibilidade de a China adquirir 8 milhões de toneladas adicionais da oleaginosa norte-americana até o fim da temporada. Apesar da vantagem comercial brasileira, persistentes gargalos logísticos no país continuam limitando a eficiência e a competitividade da produção agrícola.
