A escalada das tensões comerciais adiciona incerteza ao fluxo bilateral com a China, que vinha projetando aquisições adicionais de aproximadamente 8 milhões de toneladas de soja norte-americana até o encerramento da temporada. Tal risco emerge justamente em um momento de maior competitividade da oferta brasileira no mercado internacional, impulsionada pelo avanço da colheita e pela ampliação da disponibilidade exportável. Segundo a Conab, até 22 de fevereiro, 32,3% da área nacional havia sido colhida. Segundo a Secex, o Brasil embarcou 4,084 milhões de toneladas da oleaginosa até a terceira semana de fevereiro, 63,5% do total exportado em fevereiro de 2025.
