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MINUTO DA SOJA: futuros da soja iniciaram a semana em queda ante as declarações do líder do governo chinês

Por ser um importante player no mercado e uma grande economia, a China acaba impactando diretamente no movimento dos preços das commodities.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 25/10/2022 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

Essa semana iniciou do mesmo jeito que a outra terminou, mercado doméstico brasileiro com poucas negociações e preços mais baixos. O indicador Cepea Paranaguá teve uma leve queda de -0,2%, encerrando o dia a R$182,90. Em algumas praças do país, o movimento foi parecido sendo que em São Gabriel do Oeste/MS a saca caiu -2,3%, valendo R$170,00, em Ponta Grossa/PR a queda foi de -0,9% indo para R$170,50 e em Canoinhas/SC valia R$172,00, um recuo de -1,7% ante ao dia anterior.

O plantio da oleaginosa no Brasil já alcança 32,4% do total com os trabalhos liderados pelo estado do Mato Grosso com 67% concluído. Nas 3 primeiras semanas do mês, as exportações brasileiras já somaram, segundo os dados do Ministério da Economia, 3,252 milhões de toneladas, levemente abaixo dos 3,292 milhões de 2021.

Nesta segunda-feira (24), o USDA atualizou os dados norte-americanos. A colheita da soja avançou mais do que o esperado, alcançando 80% da área total, bem acima dos 67% da média de 5 anos e 9 pontos percentuais acima do ano anterior, pressionando as cotações. As inspeções semanais do grão para exportação somaram, até o dia 20, um volume de 2,888 milhões de toneladas, superando os 2,568 milhões da mesma época em 2021. As vendas semanais até o dia 13 somaram 2,335 milhões de toneladas sendo 1,976 milhão para a China.

E falando na China, as importações do país no mês de setembro foram de 7,72 milhões de toneladas, um aumento de 12% quando comparado com o ano anterior. Tentando controlar os juros internos, o gigante asiático havia restringido as compras externas, entretanto, com a margem da suinocultura positiva e o maior consumo da carne, os estoques começaram a cair a fim de atender a demanda por ração animal, levando ao atual cenário.

Por ser um importante player no mercado e uma grande economia, a China acaba impactando diretamente no movimento dos preços das commodities. Devido a isso, a semana iniciou com forte queda para os futuros da soja, que sentiram a pressão do posicionamento dos líderes chineses quanto ao foco do governo na covid zero e não no crescimento econômico do país.

Ontem (24) o contrato novembro em Chicago (ZSX2) recuou -1,68%, encerrando cotado a US$ 13,72 por bushel.

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