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MINUTO DA SOJA: futuros da oleaginosa já acumulam queda de -7,6%

Os futuros da soja continuam caindo forte na Bolsa de Chicago. O contrato julho já acumulou uma queda de 7 sessões seguidas, recuando até a manhã desta quinta-feira (27), um total de -7,6%, o que levou as cotações para US$14,07 por bushel.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 27/04/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

Os futuros da soja continuam caindo forte na Bolsa de Chicago. O contrato julho já acumulou uma queda de 7 sessões seguidas, recuando até a manhã desta quinta-feira (27), um total de -7,6%, o que levou as cotações para US$14,07 por bushel.

A oleaginosa vem sendo pressionada por todos os lados, e destaco aqui o avanço do plantio dos Estados Unidos, enfraquecimento da demanda e as fortes quedas dos derivados da soja.

Em textos anteriores, comentei que até o dia 23 de abril os trabalhos chegaram a 9% do total naquele país, um avanço de 5 pontos percentuais ante a semana anterior e 5 pontos percentuais à frente da média de 4 anos.

A fraca demanda chinesa também pesa, e para as vendas semanais para exportação entre os dias 14 e 20 de abril, a China também não está presente.

Segundo atualização do USDA, foram vendidas 311,300 mil toneladas de soja no país norte-americano, destinadas para o México, Japão, Alemanha e Colômbia.

No Brasil, a DATAGRO estima que as exportações nesse ano devem ser um volume de 118,10 milhões de toneladas, 16,1% acima do montante exportado em 2022. Desse número, 94 milhões deverão ser da soja em grão, 24,50 milhões de farelo de soja e 2,6 milhões de óleo de soja.

Quanto a colheita da soja no país, a Aprosoja informa que no estado do Mato Grosso do Sul os trabalhos estão finalizados. As estimativas são de uma produção de 13,378 milhões de toneladas.

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