O evento apresenta as primeiras sinalizações, ainda não oficiais, para a safra 2026/27 norte-americana, servindo como balizador preliminar das intenções de plantio e das projeções de oferta. No Brasil, a liquidez segue restrita e as negociações morosas, refletindo tanto a semana atípica em função do Carnaval quanto a momentânea ausência da China nas aquisições. Os prêmios de exportação permanecem positivos para fevereiro. Contudo, o mercado antecipa enfraquecimento nas próximas semanas, pressionadas pelo pico da colheita, limitações estruturais de armazenagem no Brasil, programação robusta de embarques para março e risco de congestionamentos portuários. Segundo a Conab, até 15 de fevereiro, 24,7% da área nacional de soja havia sido colhida.
